
Chame Gente
Jammil e Uma Noites
Carnaval, tradição e união em “Chame Gente” de Jammil e Uma Noites
“Chame Gente”, interpretada por Jammil e Uma Noites, celebra a riqueza cultural e histórica do Carnaval de Salvador. Logo nos primeiros versos, a música destaca a “loucura dessa mistura”, referindo-se à convivência entre o sagrado e o profano, uma marca registrada da festa baiana. Ao mencionar bairros como Vitória, Lapinha, Caminho de Areia e Pelourinho, a letra reforça o orgulho pela história e pela identidade de Salvador, conectando a festa à geografia afetiva da cidade. A imagem do sangue e do vinho que escorrem “pelas vias, pelas veias” simboliza tanto a energia vital do povo quanto a tradição de celebração coletiva que move o Carnaval.
O refrão, com o convite para “chame gente”, vai além de um simples chamado para a folia: é um apelo à união, à participação e à alegria compartilhada, valores centrais do Carnaval soteropolitano. Composta por Moraes Moreira e Armandinho, a canção homenageia os criadores do trio elétrico e celebra a continuidade dessa tradição, algo que o Jammil e Uma Noites reforça ao reinterpretar a obra. Ao citar “Filhos de Gandhi, de Dodô e Osmar”, a letra presta tributo a blocos e figuras históricas que representam resistência, paz e inovação cultural. No final, a referência à praça e ao poeta simboliza o encontro entre o povo e a arte, mostrando que o Carnaval é um espaço de diversidade, renovação e expressão coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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