
Valsa dos Clowns
Jane Duboc
A dualidade do palhaço em “Valsa dos Clowns” de Jane Duboc
“Valsa dos Clowns”, interpretada por Jane Duboc no espetáculo “O Grande Circo Místico”, explora a figura do palhaço como símbolo de uma alegria aparente que esconde sentimentos profundos de tristeza e solidão. Inspirada no poema de Jorge de Lima, a música destaca a dualidade desse personagem, que é visto como um “charlatão” que “esparrama tanta gargalhada da boca pra fora”, mostrando que o riso do palhaço é muitas vezes apenas uma máscara para sua dor interna. A letra enfatiza que, por trás da maquiagem e do sorriso, existe um “farrapo humano” que “morre na coxia”, revelando a vulnerabilidade e o isolamento vividos por quem está sempre tentando fazer os outros sorrirem.
A canção reforça essa ideia ao repetir que “em toda canção, o palhaço é um charlatão”, sugerindo que o papel do palhaço é sempre o de esconder sua verdadeira emoção. Mesmo quando um novo palhaço entra em cena, ele carrega o mesmo olhar triste e o coração partido, indicando um ciclo contínuo de sofrimento disfarçado. A interpretação sensível de Jane Duboc e a melodia suave intensificam o tom melancólico da música, convidando o ouvinte a enxergar além da superfície e reconhecer a humanidade por trás do personagem. “Valsa dos Clowns” transforma o palhaço em um símbolo universal da condição humana, marcada pela necessidade de esconder a dor e seguir em frente, mesmo quando o coração deseja cantar uma melodia diferente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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