
Arranhãozinho (part. Tierry)
Japinha Conde
Jogo de poder e provocação em “Arranhãozinho (part. Tierry)”
“Arranhãozinho (part. Tierry)”, de Japinha Conde, aborda um triângulo amoroso de forma ousada e bem-humorada. A narradora não se coloca como vítima da situação, mas sim como alguém que assume o controle e lida com a duplicidade do parceiro de igual para igual. Isso fica claro quando ela diz: “Você não tem o que reclamar / Tem duas camas pra suar”, deixando evidente que está ciente da traição e confortável com seu papel, desde que haja reciprocidade.
O refrão, “Eu vou deixar um arranhãozinho / Nas suas costas pra ela saber / Que não é só ela que faz love com você”, traz um duplo sentido: o “arranhãozinho” é tanto uma marca física quanto um recado simbólico, mostrando que a narradora quer deixar claro para a outra pessoa envolvida que ela também faz parte da vida do parceiro. O tom descontraído e direto, característico das composições de Tierry, transforma a traição em um jogo de poder e afirmação. O sigilo mencionado na letra reforça o clima de segredo e desejo, enquanto a decisão de “acabar com isso” mostra que, no fim, quem dita as regras é quem tem coragem de se impor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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