
Engenho de Dentro
Jards Macalé
O ciclo emocional do amor em "Engenho de Dentro"
Em "Engenho de Dentro", Jards Macalé explora como o amor é um processo interno constante, que não dá descanso nem mesmo durante o sono. O "engenho de dentro do peito de quem ama" funciona como uma metáfora para o coração apaixonado, sempre processando emoções intensas. O trecho “trabalha a colheita da desilusão” mostra que o amor não se resume apenas à felicidade, mas também envolve lidar com dores e frustrações. A imagem “dentes de fora trituram breves sorrisos de verão” sugere que os momentos felizes são passageiros e que as decepções fazem parte desse ciclo.
A canção adota um tom reflexivo e melancólico ao afirmar que quem ama “não conhece descanso / mesmo quando dorme acende por dentro”. Isso reforça a ideia de que o sentimento amoroso mantém a pessoa em alerta emocional, revisitando memórias e reconhecendo os “estragos cruéis” causados pelo próprio amor. Apesar do sofrimento, há um desejo de se entregar novamente ao sentimento, como nos versos “Mas quando acorda quem ama / já quer outra vez se perder / o eterno vício do fogo chama”. Macalé mostra que o amor é um ciclo de dor e prazer, e que existe uma entrega voluntária a esse movimento, sintetizada no verso final: “quem prazerosamente vai sofrer”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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