
Princípio do Prazer
Jards Macalé
Liberdade e autenticidade em "Princípio do Prazer" de Jards Macalé
Em "Princípio do Prazer", Jards Macalé expressa uma postura de resistência às pressões sociais e à rigidez comportamental, algo que ficou evidente tanto na letra quanto em sua performance marcante no Festival Abertura de 1975. Ao recusar "entrar na sua trip" e afirmar o desejo de "sambar", Macalé rejeita padrões impostos e defende a busca pelo prazer e pela liberdade de forma intensa e autêntica. Elementos como mastigar pétalas de rosa, morder uma maçã e a referência ao filme de Glauber Rocha reforçam essa ruptura com convenções, propondo uma vivência mais visceral e livre.
A canção gira em torno do hedonismo e da autenticidade, como mostram versos como "Tudo é questão de viver / É questão de prazer / É questão de acordar". Macalé propõe uma vida sem amarras, sem medo e sem se submeter ao "bode" dos outros, termo usado para se referir a mau humor ou energia negativa. O verso "Quero morar na praça do riso / Viver da fusarca do mundo" resume o desejo de leveza, alegria e espontaneidade. Ao mesmo tempo, a música faz um convite ao amor verdadeiro, sem superficialidade: "amor não é brincadeira pra qualquer um brincar". O tom direto e irreverente da letra, aliado ao contexto contestador do artista, transforma "Princípio do Prazer" em um manifesto pela liberdade de ser e sentir, sem concessões ao moralismo ou à mesmice.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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