
Agô
Jauperi
Orgulho e ancestralidade em "Agô" de Jauperi
Em "Agô", Jauperi utiliza repetidamente a palavra de origem iorubá "Agô", que significa "licença" ou "com licença", para expressar um pedido de respeito e aceitação. Esse termo vai além do simples ato de pedir permissão para entrar em um espaço físico; ele representa o desejo de ser acolhido em sua identidade e essência. Quando Jauperi canta "Meu sotaque é nagô / Meu sorriso de marfim / Minha pele minha cor", ele valoriza suas raízes africanas e convida o ouvinte a enxergar beleza e orgulho em sua herança, reforçando a importância de não julgar ou discriminar, como destaca o verso "não leve a mal".
A canção também celebra a autenticidade e a simplicidade da vida, como mostram os versos "Boca é pra beijar / Fogo é pra queimar / E vida é pra viver". Jauperi sugere que o amor e a existência devem ser vividos de forma intensa e natural. A imagem da sala de casa que "cabe um mundo" simboliza um espaço de inclusão e diversidade, onde todos são bem-vindos. Ao mencionar o "samba de menino na Senzala", o artista resgata a força da cultura afro-brasileira, transformando um símbolo de sofrimento em resistência e celebração. Dessa forma, "Agô" se apresenta como um manifesto de orgulho, amor e aceitação, exaltando a ancestralidade e a alegria de viver.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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