
Payada do Laçador
Jayme Caetano Braun
Tradição e identidade gaúcha em “Payada do Laçador”
A música “Payada do Laçador”, de Jayme Caetano Braun, destaca como o laçador vai além do papel de trabalhador rural e se torna um símbolo de resistência e identidade para o povo gaúcho. Logo no início, ao citar “Desde os tempos de Sepé / A legenda o multiplica”, Braun faz referência a Sepé Tiaraju, líder indígena que representa a luta e a bravura das origens sulistas. O verso “Indio pardo negro e branco / Que definiram a raça” reforça a ideia de que a tradição do laço é resultado da mistura de diferentes povos, mostrando a riqueza cultural do Rio Grande do Sul.
A letra valoriza a habilidade e a coragem do laçador, celebrando tanto seu papel no campo quanto sua importância como ícone cultural. Isso fica claro na menção ao monumento do Laçador em Porto Alegre: “Resnaces num monumento / De tirador e chilenas”. Mesmo com o avanço da cidade, a música ressalta que a essência campeira permanece: “Não há progresso que apague / E nem dinheiro que pague / O que o Rio Grande te deve”. O laçador é apresentado como guardião das tradições e dos valores gaúchos, sendo um elo entre passado e futuro, como em “No simbolismo mais puro / Da nossa Terra Farrapa”. A canção, ao usar imagens como “E o laço se desenrola / Soltado num sobrelombo / Que chega a se ouvir o tombo / E a cantilena da argola!”, aproxima o ouvinte da cultura local e reforça o orgulho de pertencer ao Rio Grande do Sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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