
Viveiro
Jean Tassy
Reflexão sobre amadurecimento e autenticidade em “Viveiro”
Em “Viveiro”, Jean Tassy utiliza a imagem do "afogamento no viveiro" para expressar um sentimento de sufocamento emocional, mas também de resistência. Quando diz “minha luz não apagou pra cá”, o artista mostra que, apesar das dificuldades, ainda mantém esperança e força interior. O "viveiro" funciona como uma metáfora para um espaço de confinamento mental, refletindo a sensação de se perder nos próprios pensamentos, algo que o próprio Jean Tassy já comentou como parte do processo de amadurecimento.
A música também aborda o desgaste de manter aparências, como em “cansei de bancar o rei / vivo com sono / que o tempo tá curto”, revelando a exaustão diante das pressões do dia a dia. O desejo de mudança aparece na busca por um “plano B”, indicando a vontade de encontrar novos caminhos. A crítica à superficialidade surge em “continuem sendo fake / que isso me deixa bem”, onde Tassy ironiza a falsidade das pessoas e demonstra alívio ao se afastar desse comportamento. Referências à “ganância” e à “deselegância de viver a vida inteira na estante” reforçam o incômodo com valores superficiais e a estagnação. Ao questionar “se eu for me moldando, quem vai me dizer quando parar?”, o artista expõe o conflito entre se adaptar às expectativas externas e manter a própria identidade. Assim, “Viveiro” se destaca como uma reflexão sincera sobre amadurecimento, desapego e a busca por autenticidade diante das pressões sociais e internas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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