exibições de letras 31

Ginete Teatino

Jeferson de Almeida

Letra

    Arrumei uma carona pra ir lá pro povoado
    Como eu volto eu não sei eu não tô preocupado
    Tenho instinto aporreado e paixão por rodeio
    Eu só tenho que ir, la eu faço o meu floreio

    Nas mãos eu carrego regalos da crinas
    No olhos eu já vejo o semblante das chinas
    Na mala uma canha aperos de muntaria
    Tô levando o meu pala e a gaiaca ta vazia

    Peguei umas coisas que atraquei de guasqueiro
    Pra pagar a inscrição vou precisar de dinheiro
    Vendo lá na chegada e garanto a muntaria
    Porque espetar aporreado essa é minha alegria

    Se eu ganhasse o rodeio eu fechava a casa das tias
    Mas se eu perder pro cavalo puçuqueio a parceria
    Me da um trago parceiro me consegue um palheiro
    Me empresta uns 10 pila eu não comi o dia inteiro

    Se tu for pra bailanta me passa a tua pulseira
    Que a coisa anda feia eu tô numa peladeira
    Mas não vem te fazer com essa cara de xiru
    Hoje eu tô na braba, amanhã pode ser tu

    Eu sou meio teatino, desfaio o destino
    A fé em nossa senhora é o que me acalma
    Duas garrão de potro carregam o meu corpo
    Mas são 4 patas que carregam minha alma

    Esta é a sina dos ginetes de outrora
    Rosetas manchadas do vermelho da hora
    Criollas que se topam em cada jornada
    Assim eu vou viver enquanto houver gineteada


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