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Reservado Combate

Jeferson de Almeida

Letra

    Todo aporreado de fato
    É um pingo que tem cacoete
    De se lançar céu arriba
    Com a pretensão de um foguete
    Da trancos e solavancos
    Até que apeia o ginete

    Eu conheço um bem assim
    Que não joga por empate
    Até no nome provoca
    Que contra ele se bate
    É um zaino negro bragado
    Bem batizado é o combate

    Vamo, vamo, bamo, bamo, bamo combate
    Chegou a hora é contigo agora
    Vamo, bamo, bamo, bamo, bamo combate
    Não facilita o dente da espora
    Vamo, bamo, bamo, bamo, bamo combate
    Esconde a cara e mete uma tora
    É lombo e tombo e vamo simbora

    Depois do serviço feito
    Se vai ao fundo da pista
    E volta que é um general
    Passando a tropa em revista
    Mas la na rincão dos potros
    É mais arteiro que artista

    Se o ginete ganha o carro
    Volta pras casa campeão
    O combate volta brabo
    Até rejeita a ração
    Mais parecendo um soldado
    Que não cumpriu a missão

    Só a presença do combate
    Já estremece o rodeio
    Os que tem força na perna
    Querem ele no sorteio
    Pois quando pega na volta
    O mundo perde o esteio


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