
Portal (part. Renato Borghetti)
Jerônimo Jardim
Memória e transformação no tempo em “Portal (part. Renato Borghetti)”
“Portal (part. Renato Borghetti)”, de Jerônimo Jardim, explora como o tempo transforma tanto os lugares quanto as relações e sentimentos. A letra utiliza elementos do cotidiano rural gaúcho, como “parreiral”, “pé de araçá” e “gaita velha ressongona”, para representar memórias que permanecem vivas, mesmo diante das mudanças inevitáveis. O trecho “E quando a gente olha do portal / A vida segue a trilha natural / As roupas já são outras no varal / E nem nessa saudade a gente é igual” mostra que, ao revisitar o passado, percebemos que tudo mudou, inclusive a forma como sentimos saudade.
A música reflete sobre uma casa que antes era cheia de vida e agora está marcada pela ausência de pessoas queridas. Versos como “Da gritaria, meninada que corria nessa casa / De tanta gente que mudou dessa cidade / E se ausentou de nós” reforçam o sentimento de saudade e o vazio deixado por quem partiu. A “milonga na gaita velha ressongona” serve como uma ponte entre passado e presente, trazendo à tona lembranças por meio da música tradicional gaúcha. Já a frase “a contra-dança se afogou nalguma sanga” sugere que algumas tradições se perderam com o tempo. Assim, a canção mistura memória, saudade e aceitação das mudanças, usando imagens simples para transmitir emoções profundas e universais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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