
Bad As The Rest
Jessie Murph
Vulnerabilidade e autodefesa em "Bad As The Rest" de Jessie Murph
Em "Bad As The Rest", Jessie Murph explora a tensão entre o desejo de se entregar a um novo relacionamento e o medo de repetir decepções do passado. A ironia da música aparece quando ela admite que, apesar de toda a cautela e das "lições duras" que já viveu, pode acabar agindo "tão mal quanto os outros". O verso "Keep one last percent / Close to my chest / Just in case you turn out bad as the rest" ("Guardo um último por cento / Perto do peito / Caso você acabe sendo tão ruim quanto o resto") mostra como ela mantém uma reserva emocional, evitando se entregar completamente para se proteger de possíveis mágoas.
A letra é marcada por uma sinceridade direta e um tom autodepreciativo, como em "Fool me twice, I'm a dumb fuck" ("Me engane duas vezes, eu sou uma idiota") e "for you, I might do what dumb bitches do" ("por você, talvez eu faça o que garotas burras fazem"). Esses trechos revelam a consciência de Jessie sobre seus próprios padrões e a dificuldade de romper com eles, mesmo sabendo das consequências. O refrão reforça essa dualidade ao afirmar que ela ainda não ama, mas está "tão perto quanto pode", mostrando o conflito entre o desejo de se proteger e a vontade de se arriscar. Ao concluir com "I'm as bad as the rest" ("Sou tão ruim quanto o resto"), Murph reconhece que, ao ignorar seus próprios alertas, acaba se igualando àqueles que a machucaram, criando um ciclo de vulnerabilidade e autocrítica que é central na canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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