
Zé Qualquer e Chica Boa
Jessier Quirino
Força e identidade sertaneja em “Zé Qualquer e Chica Boa”
A poesia “Zé Qualquer e Chica Boa”, de Jessier Quirino, destaca a força e a singularidade do sertanejo, mesmo quando carrega um nome aparentemente comum. O verso “Mas o Qualquer desse Zé / Não é qualquer qualquer não” mostra que, apesar do nome simples, Zé representa a coragem, a luta e a dignidade de quem enfrenta as dificuldades do sertão com fé e resistência. Expressões como “Zé arame farpante / Feito de gente e de fé” e “cabôco elefantado / Que não tem medo de cruz” reforçam a imagem de um homem resiliente, que encara os desafios do campo sem perder a esperança, mesmo diante da escassez e do trabalho árduo.
A relação entre Zé e Chica Boa é marcada por respeito e cumplicidade, ressaltando o papel fundamental da mulher sertaneja como parceira de vida. O cuidado com o nome dela aparece nos versos “Chica Boa é apelido / Pode chamar quem quiser / Mas digo as outras pessoas / Não digam que Chica 'É' boa / O cabra que assim caçoa / Vê direitim quem é Zé”, evidenciando a importância da honra e do respeito no sertão, além de trazer um tom de humor e proteção. A religiosidade também está presente, especialmente na devoção ao Padre Cícero, símbolo da fé popular nordestina. A linguagem repleta de referências à natureza e à vida rural valoriza a cultura do interior, tornando a poesia um retrato fiel e afetuoso do povo nordestino.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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