Vícios e Virtudes
Jhef
Autenticidade e resistência em "Vícios e Virtudes" de Jhef
A música "Vícios e Virtudes" de Jhef questiona padrões sociais ao afirmar que, em certos momentos, "é melhor ter vício, do que virtude". Essa provocação destaca a pressão para se encaixar em expectativas externas e a dificuldade de manter a autenticidade. O trecho “Perseguem toda atitude fiz o que pude / Não mude por nada nem ninguém / Só mude por você, aquilo que convém” reforça que a verdadeira mudança deve partir de uma necessidade interna, e não para agradar os outros.
A letra também aborda temas como solidão e autoconhecimento, evidenciados em “Sei o que é perder o prazer da vida / Na solidão que não fui consolado”, mostrando o lado vulnerável do artista diante das dificuldades. Jhef utiliza gírias e referências urbanas, como em “Um role de civiquera, nas pista, a madruga inteira / Nas batida maloquera, zuera zuera”, para criar uma atmosfera autêntica e aproximar sua vivência de rua da busca por sentido e superação. O verso “Não se entrega miocárdio pra quem só quer epiderme” traz um duplo sentido: fala sobre não entregar o coração para quem só se interessa pelo superficial, ressaltando a importância de relações profundas.
No geral, "Vícios e Virtudes" é um manifesto pela autenticidade e pela resistência às pressões externas. A música valoriza a honestidade consigo mesmo e a coragem de seguir o próprio caminho, mesmo que isso envolva erros ou escolhas questionadas pela sociedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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