
Pra Não Morrer De Tristeza
João Bandeira
Dor e resignação em "Pra Não Morrer De Tristeza"
"Pra Não Morrer De Tristeza", de João Bandeira, retrata o sofrimento de alguém que, mesmo machucado pelo abandono da pessoa amada, prefere enfrentar a dor ao lado dela do que encarar a solidão. O protagonista escolhe frequentar o mesmo ambiente de boemia e cabaré que a ex-companheira, não por prazer, mas como uma tentativa desesperada de aliviar a tristeza causada pela desilusão amorosa. Esse contexto, presente tanto na letra quanto em discussões sobre a música, reforça o tom melancólico e resignado da canção.
A repetição do verso “pra não morrer de tristeza, me sento na mesma mesa, mesmo sabendo quem é” mostra a consciência amarga do personagem sobre sua situação. Ele sabe que está se submetendo a algo degradante, mas não vê outra saída para suportar a dor. O trecho “vivemos de bebida, sem consolo, sem guarita, num mundo enganador” aprofunda a sensação de decadência emocional e falta de esperança. Já a reflexão “quem era eu, quem eras tu, quem somos agora, companheiros de outrora, inimigos no amor” resume a transformação do relacionamento: de parceiros próximos a estranhos marcados pela mágoa. A música usa a boemia como símbolo da fuga e do enfrentamento da dor, mostrando como a busca por alívio pode levar à autodestruição emocional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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