
Granito
João Bosco
Reflexão sobre essência e espiritualidade em “Granito”
A música “Granito”, de João Bosco em parceria com Antônio Cícero, explora a relação entre as pedras e as almas humanas, sugerindo que ambas compartilham uma essência misteriosa e divina. No verso “Elas têm cheiro de gente / queira ou não queira / se sente”, a letra aproxima o inanimado do humano, indicando que as pedras, assim como as pessoas, carregam histórias, emoções e uma energia própria. A colaboração com Cícero, conhecido por sua poesia profunda, reforça essa reflexão sobre a existência e a natureza.
A canção também aborda a ideia de origens sagradas para o homem e para a pedra: “O homem desce do / dos céus / e a pedra nasce / de Deus / que tudo contém”. Esse trecho sugere que tudo está conectado por uma força maior, aproximando o material do espiritual. No final, ao imaginar um templo feito de “uma pedra bruta / de uma fruta bem calada / diminuta furta-cor / de granito assim a cintilar / no seu olhar”, João Bosco propõe uma visão de pureza e simplicidade, onde o sagrado se revela no cotidiano e no olhar humano. Assim, “Granito” convida à contemplação sobre a origem, a essência e a beleza discreta das coisas e das pessoas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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