
Sábios Costumam Mentir
João Bosco
O amor como força que desafia a razão em “Sábios Costumam Mentir”
Em “Sábios Costumam Mentir”, João Bosco explora como o amor pode ser tão intenso e irracional que desafia até mesmo a lógica dos sábios e a ordem dos deuses. O trecho “Pois o excesso de felicidade / Bem do princípio do amor / Quando o amor é fatal / Mata os deuses de inveja / De um simples mortal” mostra que a experiência humana do amor pode ser tão poderosa que ultrapassa o que é considerado divino ou racional. Esse olhar é influenciado pelo contexto do álbum “Zona de Fronteira”, marcado por experimentação e profundidade, e pelas parcerias com poetas como Antônio Cícero e Waly Salomão, conhecidos por abordar a complexidade das emoções humanas.
A letra usa metáforas para questionar a supremacia da razão diante do sentimento, como em “Vejo como é relativo / O poder da razão enfim”. A canção sugere que conceitos como futuro, passado, saudade e esperança são relativos diante da força do amor, que transcende o tempo e desafia explicações lógicas. O título e o refrão “Sábios costumam mentir / Isso por força do amor por você aprendi” reforçam que até mesmo o conhecimento e a sabedoria podem ser subvertidos pelo sentimento amoroso, descrito como “absurdo sem par”. Assim, a música propõe uma reflexão sobre a natureza do amor, valorizando sua intensidade e irracionalidade como elementos que tornam a experiência humana única e, de certa forma, superior ao que é considerado racional ou divino.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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