
Benguele, Yaô
João Bosco
A Celebração dos Orixás em 'Benguele, Yaô' de João Bosco
A música 'Benguele, Yaô' de João Bosco é uma celebração vibrante e rica da cultura afro-brasileira, especialmente das tradições religiosas do candomblé. A letra nos transporta para um terreiro, um espaço sagrado onde ocorrem rituais e festas dedicadas aos orixás, divindades da religião afro-brasileira. A menção a 'Pelú adié' e 'jacutá de preto velho' evoca imagens de rituais e oferendas, elementos centrais nas práticas do candomblé.
A canção destaca a presença e a importância das mulheres no terreiro, referindo-se a elas como 'nêga de Ogum, de Oxalá, de Iemanjá'. Cada uma dessas mulheres está associada a um orixá específico, mostrando a diversidade e a riqueza das divindades cultuadas. Ogum é o orixá da guerra e da tecnologia, Oxalá é o orixá da criação e da paz, e Iemanjá é a rainha do mar. A 'mucama de Oxossi' é uma referência ao orixá da caça e da fartura, enquanto Nanã Buruku é uma divindade associada à sabedoria e à morte.
A repetição de 'Yô yôo' e 'Vamos saravá' reforça o caráter ritualístico e comunitário da música. 'Saravá' é uma saudação usada no candomblé e em outras religiões afro-brasileiras, significando 'salve' ou 'viva'. A menção a Xangô, o orixá da justiça e do trovão, no final da música, é um chamado à proteção e à força. João Bosco, com sua habilidade lírica e musical, consegue capturar a essência de uma celebração no terreiro, homenageando a espiritualidade e a cultura afro-brasileira de maneira profunda e respeitosa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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