Baranga
João Brasil
Celebrando a irreverência e liberdade em “Baranga”
A música “Baranga”, de João Brasil, desafia os padrões tradicionais de beleza ao colocar a figura da "baranga" — termo pejorativo para mulheres fora dos padrões estéticos — como protagonista divertida e desejada da noite. Expressões como “cintura de ovo” e “cheia de marra” são usadas de forma humorística e irônica, brincando com estereótipos sem agressividade. Em entrevistas, João Brasil define a baranga como “anti-heroína” e “mal necessário”, deixando claro que sua intenção é valorizar quem está fora das capas de revista. A repetição de frases como “baranguinha gostosinha que me alegra demais” reforça essa celebração da autenticidade e da alegria proporcionada por essas mulheres.
A letra destaca que, na balada, não há espaço para preconceitos: “Não tô nem aí pro que os outros vão achar / Se a baranga me der mole eu pego 'mermo'”. Essa postura irreverente mostra que diversão e desejo não dependem de padrões impostos. O cenário de festa, com álcool, dança e clima descontraído, serve para exaltar a espontaneidade e a liberdade. Ao relançar a música em 2014 com influências do funk carioca, João Brasil reforça o caráter popular e democrático da faixa, transformando a “baranga” em símbolo de alegria e liberdade na pista de dança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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