
Revólver na mão de macaco
João Carreiro
Tradição e identidade em “Revólver na mão de macaco”
Em “Revólver na mão de macaco”, João Carreiro faz uma crítica direta à perda de autenticidade no sertanejo. Ao comparar um "sertanejo que não tem Viola" a um "revólver na mão de macaco", o artista sugere que retirar a viola do sertanejo é como entregar algo valioso e tradicional a quem não sabe ou não deveria usar, tornando a situação sem sentido ou até perigosa. Essa metáfora reforça a ideia de que a essência do gênero está ameaçada quando se afasta de suas raízes e entrega sua identidade a pessoas sem compromisso com a tradição.
A letra destaca o orgulho de João Carreiro em manter-se fiel ao sertanejo de raiz, rejeitando modismos como o "sertanejo universitário" e influências estrangeiras. Isso fica claro em versos como: “Moda metaleira de língua estrangeira / Não vai na peneira das coisas da roça”. O artista valoriza a vida simples e a ligação com a viola, símbolo máximo da música sertaneja tradicional. Ele se coloca como alguém que defende seu ofício com naturalidade e prazer, mostrando que, para ele, a viola é mais do que um instrumento: é identidade e compromisso. O tom direto e descontraído da letra, junto à repetição do refrão, reforça a mensagem de que o verdadeiro sertanejo só faz sentido quando está enraizado em sua cultura e instrumentos típicos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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