
Mate do Norte
João Chagas Leite
Tradição e saudade em “Mate do Norte” de João Chagas Leite
A música “Mate do Norte”, de João Chagas Leite, mostra como o chimarrão vai além de uma simples bebida para os gaúchos que migraram para o norte do Brasil. No verso “O mate que mata a sede do Sul / Do homem do Sul que foi para o Norte”, fica claro que o hábito de tomar mate é uma tradição que acompanha esses migrantes, funcionando como um elo de identidade e ponto de encontro, mesmo longe da terra natal. João Chagas Leite se inspirou em histórias reais de gaúchos que, ao se afastarem do Sul, encontraram no mate uma forma de manter vivas suas raízes e memórias.
Apesar de o mate unir e confortar, a música ressalta que ele não é capaz de acabar com a saudade: “Mas o mate não mata a saudade do Sul”. Esse trecho resume o tom nostálgico da canção, mostrando que o apego à terra de origem permanece forte, mesmo diante de novas oportunidades. Ao dizer “Cultivam no mate sulinos recuerdos / No hoje do Norte, o ontem do Sul”, a letra reforça que o mate serve como ponte entre passado e presente, permitindo aos migrantes reviverem suas histórias e tradições. Assim, “Mate do Norte” valoriza a força da identidade gaúcha e a importância dos pequenos rituais na preservação da memória e do sentimento de pertencimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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