Cantigas de "A Festa no Céu"
João de Barro
Astúcia e humor em "Cantigas de 'A Festa no Céu'" de João de Barro
"Cantigas de 'A Festa no Céu'", de João de Barro, explora de forma leve e divertida o tema da exclusividade e da transgressão, inspirado em um conto folclórico brasileiro. A música narra a tentativa do sapo de participar de uma festa reservada apenas para animais que voam, destacada no verso “Mas só vai bicho que voa”. O sapo, com sua esperteza, esconde-se na viola do urubu para burlar a regra, trazendo humor à história. Quando é descoberto, a letra enfatiza a rejeição de forma bem-humorada: “Sai daí sapo danado / Sapo velho, jururu / Sapo não vai para o céu / Na viola de urubu”.
O clima descontraído é reforçado por diálogos e expressões como “Tá errado seu doutor” e “Mas agora eu te perdôo / Bicho feio da lagoa”, que mostram uma relação de brincadeira entre os personagens. A canção também faz referência a elementos típicos das festas populares brasileiras, como “canjica e quentão”, aproximando o universo infantil do cotidiano nacional. No final, a imagem do balãozinho que sobe e vira uma estrelinha transmite uma sensação de leveza e celebração, reforçando o tom alegre e encantador característico das adaptações de Braguinha para crianças.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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