
A Noite
João Gomes
Saudade e insônia em "A Noite" de João Gomes
"A Noite", interpretada por João Gomes, explora como a saudade pode transformar a rotina em um ciclo de insônia e inquietação. A letra destaca a dificuldade de separar lembranças reais de idealizações, especialmente no verso “Me perdi no que era real e no que eu inventei”. Isso evidencia que a dor da ausência não vem apenas do que foi vivido, mas também do que se sonhou ou desejou viver ao lado da pessoa que se foi.
A música descreve situações cotidianas de quem sente falta de alguém: trocar de lado na cama, ligar a televisão para se distrair, encarar o próprio reflexo e segurar o telefone, hesitando em buscar contato. Esses detalhes tornam a canção próxima de quem já passou por um término ou afastamento, reforçando sentimentos de culpa e cansaço, como em “Qual é o peso da culpa que eu carrego nos braços? Me entorta as costas e dá um cansaço”. A repetição de “nem a maldade do tempo fez eu me afastar de você” mostra um vínculo que resiste ao tempo, mesmo que a relação tenha mudado ou acabado. A versão de João Gomes, ao trazer o forró para a canção, adiciona energia e movimento, mas mantém a essência emotiva, tornando o sofrimento da saudade algo compartilhado e reconhecível para o público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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