
Deusa de Itamaracá
João Gomes
Encantamento e paisagem em “Deusa de Itamaracá” de João Gomes
“Deusa de Itamaracá”, de João Gomes, transforma uma mulher real, observada por Marron Brasileiro nas praias de Itamaracá, em uma figura quase mítica. A letra associa a beleza da mulher à própria ilha e ao mar, criando uma atmosfera de encantamento. O verso “Linda como a cor do mar, cor do mar, desejar” reforça essa fusão entre a mulher e a natureza exuberante de Itamaracá, destacando o tom de idealização. Ao chamá-la de “deusa” e “sereia do mar”, a música não só exalta sua beleza, mas também sugere um poder de atração quase mágico, remetendo a lendas e mitos ligados ao mar.
A canção transmite uma paixão intensa e quase incontrolável, como mostram frases como “Eu sei que é para me matar, teu olhar” e “flutuando pelo céu, louco de amor até num castelo de areia na quebrada da maré”. O desejo do narrador é tão forte que o faz se sentir leve, perdido entre realidade e fantasia. O “castelo de areia” simboliza a fragilidade e o caráter passageiro desse amor, enquanto a “quebrada da maré” sugere que tudo pode ser levado pelas ondas, reforçando o tom sonhador e efêmero da música. Ao conectar a figura feminina à ilha de Itamaracá, João Gomes também presta homenagem à cultura e à paisagem local, tornando a paixão algo profundamente ligado ao cenário pernambucano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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