
Solito Na Estância
João Marcos Kelbouscas
Solidão e tradição em “Solito Na Estância” de João Marcos Kelbouscas
“Solito Na Estância”, de João Marcos Kelbouscas, retrata a solidão do peão gaúcho diante das transformações no campo. O verso repetido “Tenho esperança, mas cada vez mais sozinho” destaca não só um sentimento pessoal de isolamento, mas também uma preocupação coletiva com o futuro das tradições rurais. A letra utiliza elementos típicos da cultura gaúcha, como o “mate”, o “cusco companheiro” e atividades como “carnear uma vaca” e “atire o laço”, para reforçar a ligação do protagonista com suas raízes e um modo de vida que está desaparecendo.
A música adota um tom nostálgico e direto ao abordar a rotina do campo, marcada pelo cansaço e pela ausência de companheiros. Trechos como “Nossas estâncias, c’o a falta de companheiros / Não terão índio que saiba carnear uma vaca” evidenciam a perda de saberes tradicionais e o isolamento crescente do trabalhador rural. Mesmo mantendo a esperança, o personagem sente o peso das mudanças e da saudade, questionando o futuro das práticas e valores que definem sua identidade. Assim, a canção se torna um retrato sensível das dificuldades enfrentadas por quem busca preservar a cultura gaúcha em meio às transformações do mundo rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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