
Fatalidade
João Mineiro e Marciano
Resignação e maturidade diante do fim em “Fatalidade”
A música “Fatalidade”, de João Mineiro e Marciano, aborda de maneira clara a aceitação do fim de um relacionamento como algo inevitável. Logo no início, o verso “A vida é mesmo assim não adianta chorar / Alguém tem que perder pra outro entrar no lugar” mostra uma visão madura sobre as perdas, reconhecendo que elas fazem parte do ciclo natural da vida. O sofrimento é visto como necessário para que novas oportunidades surjam, e não como algo a ser evitado a qualquer custo.
A letra também destaca a honestidade do narrador em sua entrega ao relacionamento, como em “Joguei um jogo sincero mas nada me adiantou”. Mesmo com boas intenções, ele percebe que não é possível controlar tudo, e o uso da palavra “fatalidade” reforça a ideia de que o término foi inevitável, quase como um destino. O trecho “Criança tu eras menino era eu / Crescemos juntinhos nosso amor nasceu / Depois de tão grande nosso amor morreu” traz um tom nostálgico, mostrando que o amor foi intenso e acompanhou o crescimento dos dois, mas não resistiu ao tempo. Assim, a música transmite uma mensagem de aceitação serena diante das perdas, sem buscar culpados, apenas reconhecendo que certos acontecimentos são parte natural da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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