
Chuvas de Maio
João Mineiro e Marciano
A dor da perda e a saudade em “Chuvas de Maio”
“Chuvas de Maio”, de João Mineiro e Marciano, transforma um acontecimento simples — uma chuva inesperada — em um marco definitivo na vida do protagonista, simbolizando a perda de um grande amor. A chuva, além de elemento natural, assume um papel central como símbolo de saudade e separação, reforçando o tom nostálgico da canção. O trecho em que o casal, a caminho da igreja, precisa se abrigar em um salão marca não só uma mudança de percurso, mas também o momento em que o destino dos dois se separa: “E foi ali mesmo que eu te perdi”.
A letra associa a chuva de maio a lembranças felizes e à dor da ausência, como em “Hoje quando cai a chuva / Choro lembrando o passado”. O mês de maio, tradicionalmente ligado a casamentos, intensifica o sentimento de frustração, já que o sonho de união foi interrompido. Mesmo tendo conquistado outras coisas na vida — “Hoje eu tenho de tudo / Só me falta teu amor” —, o protagonista deixa claro que nada substitui o amor perdido. Assim, a música utiliza uma situação cotidiana para expressar emoções profundas, conectando a experiência pessoal à universalidade da perda e da memória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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