
A Pretendida
João Mineiro e Marciano
Maturidade e perdão no término em “A Pretendida”
“A Pretendida”, de João Mineiro e Marciano, se destaca por abordar o fim de um relacionamento com maturidade e serenidade, fugindo do tom de mágoa comum em muitas músicas sertanejas da época. Lançada em 1989 e composta por Pepe Ávila, a canção mostra um personagem que reconhece as reclamações da parceira sobre a falta de carinho e mudança de comportamento, mas faz questão de afirmar: “Mas não me culpes / Porque nunca te enganei”. Essa postura evidencia honestidade e a recusa em assumir uma culpa que não sente, ao mesmo tempo em que não nega os problemas do relacionamento.
O refrão “Segue o destino, a liberdade eu te dou / Pelos caminhos / Será sempre a pretendida” revela um tom de aceitação e respeito pela decisão da amada de partir. A expressão “será sempre a pretendida” traz uma ambiguidade interessante: pode significar que ela continuará sendo desejada por ele, mesmo distante, ou que, ao seguir novos caminhos, será apenas pretendida por outros, sem encontrar o mesmo amor verdadeiro. O perdão oferecido no final, “E se um dia, bateres em minha porta / Podes entrar / Eu te darei o meu perdão”, reforça a ausência de rancor e a disposição para recomeçar, caso ela retorne. Assim, a música se diferencia por tratar o término com honestidade, compreensão e generosidade, sem espaço para acusações ou ressentimentos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de João Mineiro e Marciano e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: