
Quem Tem Boca Vai a Roma
João Mulato e Douradinho
Sabedoria popular e resiliência em "Quem Tem Boca Vai a Roma"
A música "Quem Tem Boca Vai a Roma", de João Mulato e Douradinho, utiliza ditados populares e situações do cotidiano rural para refletir sobre a importância da esperteza, da comunicação e da adaptação diante das dificuldades da vida. O título faz referência ao conhecido provérbio, sugerindo que quem sabe se comunicar e tomar iniciativa consegue superar obstáculos. No entanto, a letra vai além, mostrando que, no contexto caipira, o conhecimento prático e a malícia também são fundamentais para enfrentar os desafios do dia a dia.
A canção traz versos como “O azar quando é demais vai até chegar na sorte” e “Quem tem a vida comprida vive distante da morte”, que brincam com a ideia de que tudo tem seu tempo e que a persistência pode mudar o rumo das coisas. Metáforas envolvendo animais e elementos do campo, como “O inhambu perdeu o rabo nunca mais vai encontrar” e “A cobra anda de arrasto por não poder levantar”, ilustram limitações e características humanas, reforçando a ligação com a cultura rural. Outros trechos, como “A cadeia bem fechada o malandro não escapa” e “O carro de boi ferrado na estrada não derrapa”, mostram que, quando algo é bem feito ou protegido, dificilmente dá errado. O refrão resume a mensagem central: com sabedoria popular, jogo de cintura e criatividade, é possível encontrar soluções para quase tudo, como em “No fim da conta é a soma quem tem boca vai a Roma / Não precisa ler o mapa.”
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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