
Violeiro Sem Viola
João Mulato e Douradinho
A ligação essencial entre músico e instrumento em “Violeiro Sem Viola”
“Violeiro Sem Viola”, de João Mulato e Douradinho, explora de forma clara como a identidade do violeiro está profundamente conectada à viola. A música utiliza comparações do cotidiano para mostrar que, sem o instrumento, o músico perde sua essência. O verso “É um peixe fora d’água, é roseira sem botão” ilustra esse sentimento de vazio, usando imagens simples e regionais que facilitam a identificação do público.
A letra reforça essa ideia ao citar exemplos como “o rodeio de Barretos sem violeiro e sem peão” e “o Rio de Janeiro sem sambista e sem mulata”, mostrando que certos elementos são inseparáveis de suas tradições, assim como a viola é inseparável do violeiro na música sertaneja. Ao mencionar situações como “firma sem capital” ou “comida sem tempero”, a canção aproxima o ouvinte tanto do universo rural quanto do urbano, destacando que a ausência da viola é sentida como a falta de algo essencial no dia a dia. O tom direto e regionalista, aliado à simplicidade das comparações, transmite uma sensação de saudade e vazio, mas também valoriza a tradição e o vínculo afetivo entre o violeiro e seu instrumento, tema central na obra de João Mulato e Douradinho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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