
Cowboy 2.0
João Nelore e Texano
Crítica bem-humorada à autenticidade em “Cowboy 2.0”
A música “Cowboy 2.0”, de João Nelore e Texano, faz uma crítica divertida e direta aos chamados “cowboys de boutique” – pessoas que adotam o visual sertanejo, mas não têm ligação real com a vida no campo. O verso “Cowboy 2.0 com brilhinho no chapéu / Meu Deus do céu” ironiza quem se preocupa mais com a aparência do que com a experiência rural, destacando a superficialidade desse comportamento. A menção ao cavalo de carrossel, em “Só monta num cavalo daqueles de carrossel”, reforça o contraste entre a fantasia e a realidade do trabalho no campo.
A repetição de “De longe eu escuto o zum, zum, zum das abeia / Que não entende de roça e nem de colheitadeira” enfatiza a falta de autenticidade desses novos “cowboys”, que desconhecem até mesmo os elementos básicos da vida rural. O termo “pegada fofa”, usado em oposição à “bruta”, brinca com o estereótipo do sertanejo raiz, mostrando que esses “Cowboys 2.0” não são “brutos” em nenhum lugar – nem aqui, nem em Marte, nem na Lua. Assim, a letra, além de divertir, evidencia uma diferença geracional e cultural, valorizando a autenticidade e a vivência verdadeira no universo sertanejo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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