
Dia De Azar
João Nogueira
Superstição e cotidiano com bom humor em “Dia De Azar”
"Dia De Azar", de João Nogueira, transforma pequenos infortúnios do dia a dia em uma narrativa leve e bem-humorada, mostrando como o samba pode abordar as adversidades cotidianas sem perder o espírito descontraído. A letra traz situações comuns, como o isqueiro que não acende, o pneu furado e o feijão queimado, aproximando a música da realidade do ouvinte e criando identificação imediata. O verso “Ao olhar para a folhinha / Encontrei a explicação / É sexta, é treze / Cruz credo três vezes / É dia de azar” mostra como a superstição, especialmente a famosa sexta-feira 13, é usada como justificativa para os problemas do dia, reforçando o tema do azar de forma irônica e divertida.
João Nogueira utiliza um tom descontraído e irônico para tratar situações negativas, como no trecho em que o personagem evita ir ao jogo do "Mengo" por já esperar uma derrota, brincando com a paixão pelo futebol e o pessimismo supersticioso. O desfecho, em que decide "não sair mais não", traz um toque cômico, sugerindo que, diante de tanto azar, o melhor é se resguardar. Assim, a música vai além de relatar o cotidiano: faz uma crítica sutil à tendência de culpar a má sorte por acontecimentos comuns, mostrando que, muitas vezes, esses episódios fazem parte da vida de qualquer pessoa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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