
Boteco do Arlindo
João Nogueira
O humor popular e a criatividade em "Boteco do Arlindo"
"Boteco do Arlindo", de João Nogueira, transforma o tradicional bar em um espaço onde a criatividade popular se destaca. A música faz uma brincadeira com a ideia de que o boteco funciona como uma farmácia improvisada, onde cada bebida ou mistura de ervas é vista como um remédio para diferentes males. Trechos como “gripe cura com limão, jurubeba é pra azia” mostram como a letra ironiza o costume brasileiro de buscar soluções caseiras, misturando álcool e plantas medicinais para tratar problemas de saúde.
O tom bem-humorado aparece no refrão, que sugere que, se continuar assim, o boteco vai acabar virando uma drogaria. A letra também retrata personagens típicos dos bares cariocas, como o Juca, que chega “se desmilinguindo” e sai renovado após tomar uma batida e comer alguma coisa. O humor está nas soluções inusitadas para problemas sérios, como “vinho pra conjuntivite, licor pra bronquite, cerveja pros rins”, e no duplo sentido de frases como “meu tio bebeu lá no Arlindo e saiu tinindo pra ir furunfar”, sugerindo que a catuaba devolve o vigor sexual. Assim, a música celebra o boteco como um espaço de convivência, criatividade e leveza diante das dificuldades do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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