Selos de amor puro
João Robson
Na ilha de Patmos, o vento traz o sussurro antigo
O céu abre o livro onde o cordeiro está sentado
Sete estrelas nas mãos, cada igreja um selo de luz
Ecos de amor puro atravessam o tempo, como chamas do espírito
Patmos testemunha o clamor que nasce do coração
Quem ousa abrir o selo? Que guarda o futuro?
Só quem ama sem medo, firme no amor puro
Éfeso, a chama que se apagou, volta ao primeiro amor
Smyrna, a pedra que sangra, mas brilha na fé invencível
Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia, Laodiceia
Cada uma chamada ao arrependimento e ao amor que restaura
Quem ousa abrir o selo? Que guarda o futuro?
Só quem ama sem medo, firme no amor puro
Revela, Senhor, tua glória que assombra o tempo
Que as chamas do espírito incendiem o coração da nação
Somos luz na tempestade, guardiões do teu selo de amor
Estrelas que guiam, selos que selam, a promessa viva em nós
Que o amor puro seja nossa bandeira, firme como a rocha de patmos
Em cada selo, uma promessa, em cada coração, teu amor eterno
Aleluia, selado e livre, para sempre adorar



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