
Pra Não Morrer de Tristeza
João Silva
Dor e resignação em "Pra Não Morrer de Tristeza"
"Pra Não Morrer de Tristeza", de João Silva, retrata de forma direta o ciclo de autodestruição emocional vivido pelo narrador e sua amada, ambos envolvidos pela boemia. A música destaca a resignação do personagem principal, que, mesmo percebendo a mudança da mulher que amava, opta por permanecer ao lado dela no ambiente degradante do cabaré. O verso “Me sento na mesma mesa / Mesmo sabendo quem és” evidencia a convivência amarga, onde o amor se transforma em uma tentativa de sobrevivência emocional, marcada pela presença física, mas pela ausência de afeto.
Composta nos anos 1960 por João Silva e K-Caboclinho, a canção reflete o universo da boemia brasileira, feito de noites longas, bebida e solidão. A transformação dos personagens em “inimigos do amor” simboliza não só o fim do relacionamento, mas também a perda de identidade e esperança, como mostram os versos “Quem era eu / Quem era tu / Quem somos agora”. Ao narrar a decadência dos dois, a música discute as consequências emocionais das escolhas feitas, mostrando que, para não sucumbir à tristeza, muitas vezes resta apenas o consolo amargo da companhia e do álcool, mesmo que isso custe o amor e a dignidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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