Poetas e Rios
Joaquim Gonçalves
Reflexão sobre imperfeição e entrega em "Poetas e Rios"
"Poetas e Rios", de Joaquim Gonçalves, traz uma reflexão honesta sobre erros, vulnerabilidade e aceitação das próprias limitações. Logo no início, versos como “Quantas rosas pisei / Quanta gente magoei / Andava tão distraído” mostram o eu lírico reconhecendo atitudes impensadas que feriram pessoas e destruíram coisas belas. A metáfora das rosas pisadas sugere tanto relações amorosas mal cuidadas quanto a perda de inocência por descuido.
Ao dizer que entregou “o melhor do meu eu / Para amores bandidos”, o artista expõe a entrega intensa a relações que não mereciam tanto, reforçando o tom confessional da música. O refrão “Eu confesso, vivi / O poeta ensinou / Aprendi a lição” destaca a influência da poesia como aprendizado, mas também a consciência de que nem sempre é possível alcançar o ideal romântico: “Com tantos defeitos / Para amores perfeitos não tenho mais jeito não”. A comparação entre “poetas e rios / Se entregam, se danam / Não mudam jamais” mostra que tanto o artista quanto o rio seguem seus próprios caminhos, aceitando erros e sofrimentos como parte do percurso. O pedido final – “Só te peço na volta / Que guarde em teus braços / Um sonho pra mim” – revela esperança de acolhimento, mesmo após falhas. Assim, a música valoriza a aceitação das imperfeições e a busca sincera por sentido e afeto, sem idealizações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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