Exibições da letra 82.216

Potro Sem Dono

Joca Martins

A sede de liberdade rebenta a soga do potro
Que parte em busca do pago e num galope dispara
Rasgando a coxilha ao meio
Mordendo o vento na cara

Bebe o horizonte nos olhos, empurra a terra pra trás
Já vai bem longe a figura, mostra o caminho tenaz
A humanidade sofrida
Que luta em busca da paz

Vai potro sem dono, vai livre como eu

Se a morte lhe faz negaça
Joga a vida com a sorte
Desprezando a própria morte
Não se prende a preconceito
Nem mata a sede com farsa
Leva o destino no peito

Na seiva da madrugada
Vai florescendo a canção
Aquece o fogo de chão
Enxuga meu pranto de ausência
Nesta guitarra campeira
Velho clarim da querência

Composição: Paulo Portela Fagundes, Paulo Fagundes. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por MaiiGa. Revisões por 3 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Joca Martins e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção