
Selig sind die Toten, die in dem Herrn sterben
Johannes Brahms
Consolo e esperança em “Selig sind die Toten, die in dem Herrn sterben”
Ao encerrar o "Ein deutsches Requiem" com "Selig sind die Toten, die in dem Herrn sterben", Johannes Brahms deixa clara sua intenção de oferecer consolo e aceitação diante da morte, em vez de medo ou julgamento. O texto, retirado de Apocalipse 14:13, afirma: “Selig sind die Toten, die in dem Herrn sterben” (Felizes são os mortos que morrem no Senhor), sugerindo que a morte, para esses, representa uma passagem para o descanso e a recompensa, não um fim trágico. O trecho “dass sie ruhen von ihrer Arbeit; denn ihre Werke folgen ihnen nach” (para que descansem de seu trabalho, pois suas obras os acompanham) reforça a ideia de que o legado e as ações dos que partiram permanecem, trazendo conforto aos vivos e valorizando a memória dos falecidos.
Diferente dos réquiens tradicionais em latim, que costumam destacar o juízo final e a punição, Brahms adota uma abordagem mais compassiva e humanista. Ele utiliza o alemão e foca no consolo dos vivos, criando uma atmosfera de aceitação serena com o tom solene e contemplativo da música. A repetição do tema inicial do requiem reforça essa sensação de paz e descanso eterno. Dessa forma, Brahms transforma o momento final do requiem em uma oração de esperança e gratidão, suavizando o medo da morte e celebrando a continuidade do bem realizado em vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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