
Na Rua,na Chuva,na Fazenda
Jorge Aragão
O amor resiliente em "Na Rua,na Chuva,na Fazenda" de Jorge Aragão
A música "Na Rua,na Chuva,na Fazenda", interpretada por Jorge Aragão, explora a persistência da saudade e a dificuldade de esquecer alguém, independentemente do lugar ou da situação. O verso “Não estou disposto a esquecer seu rosto de vez / Eu acho que é tão normal” mostra uma aceitação tranquila da dor de um amor não correspondido, sentimento que remete à experiência original de Hyldon, compositor da canção, durante o carnaval de 1971, quando sentia falta de sua musa em Itaipava. Essa nostalgia aparece de forma leve e cotidiana, tornando a ausência algo quase habitual para quem ama.
A repetição de “Na rua, na chuva, na fazenda / Ou numa casinha de sapê” reforça que o amor verdadeiro não depende do ambiente, mas da presença da pessoa amada. A canção sugere que, não importa o cenário, o essencial é estar junto de quem se ama, valorizando essa companhia em qualquer situação. Na versão de Jorge Aragão, os elementos do samba e do pagode aproximam ainda mais a música do cotidiano brasileiro, ampliando sua identificação. O trecho “jogar as mãos para o céu e agradecer” funciona como um lembrete para valorizar as relações afetivas, destacando a importância de reconhecer o valor de quem está ao nosso lado antes que a ausência se torne motivo de saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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