
Perfume e Música
Jorge Aragão
Memórias e saudade em “Perfume e Música” de Jorge Aragão
Em “Perfume e Música”, Jorge Aragão utiliza imagens simples e marcantes para falar sobre a importância das lembranças e da saudade. Quando menciona “vasos dependurados do que já foi jardim”, ele mostra como guardamos objetos e memórias de tempos que já passaram, mas que ainda têm valor afetivo. O “perfume” funciona como uma metáfora para a saudade, representando aquelas lembranças que permanecem vivas, como um cheiro que insiste em ficar mesmo depois de muito tempo. Já o “vaga-lume” simboliza recordações que aparecem de repente, iluminando o passado e despertando sentimentos guardados.
A música tem um tom nostálgico, mas não é triste. Jorge Aragão trata a saudade como algo natural e até positivo, como fica claro nos versos: “Um presente bom assim, faz tão bem pra mim / Nada é eternamente o fim”. Ele sugere que revisitar o passado pode ser reconfortante e que as experiências vividas continuam a influenciar o presente de forma leve e afetuosa. O trecho “E quem tá nessa dança, roda na lembrança / Um 'tiquin' de passado não faz mal nenhum” reforça essa ideia, mostrando que a nostalgia faz parte da vida e não precisa ser vista de forma negativa. Segundo o contexto divulgado na web, a música foi composta para celebrar a permanência das memórias e sentimentos, mesmo com o passar do tempo, o que se reflete na leveza e no carinho presentes na letra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Jorge Aragão e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: