
O Filósofo
Jorge Ben Jor
Sabedoria e leveza em “O Filósofo” de Jorge Ben Jor
Em “O Filósofo”, Jorge Ben Jor apresenta um personagem que “chegou filosofando num tom de voz meio angelical”, criando uma figura quase mística, marcada por sabedoria e leveza. Essa construção se conecta à influência da alquimia e do esoterismo, temas recorrentes na obra do artista. Quando a letra menciona “explicando o fenômeno e a compreensão da agricultura celeste”, há uma referência direta a conceitos alquímicos, nos quais a transformação e a busca pelo conhecimento espiritual aparecem em metáforas ligadas à natureza e ao universo. A expressão “agricultura celeste” pode ser interpretada como o cultivo de virtudes e sentimentos elevados, como amor e compreensão, assuntos que Jorge Ben Jor costuma abordar de forma lúdica e reflexiva.
A música também valoriza a simplicidade e a beleza do cotidiano, como nos versos “mostrando como o belo pode ser simples e o simples pode ser belo”. Aqui, a mensagem é que a verdadeira sabedoria está nas coisas acessíveis do dia a dia, não apenas nos grandes mistérios. O gesto de “distribuir rosas que colhia no ar” simboliza generosidade e a partilha de algo intangível, como ideias ou inspiração, remetendo à tradição alquímica de transformar o comum em extraordinário. Assim, “O Filósofo” celebra o sábio que, com humildade e encanto, convida todos a enxergar o mundo com mais sensibilidade, sem perder a leveza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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