
Oba, Lá Vem Ela
Jorge Ben Jor
Encantamento silencioso e mistério em “Oba, Lá Vem Ela”
“Oba, Lá Vem Ela”, de Jorge Ben Jor, se destaca por unir uma atmosfera melancólica e misteriosa a uma letra leve e descontraída, criando um contraste marcante na obra do artista. O eu lírico observa uma mulher à distância, sem esperar ser notado ou correspondido, como mostra o trecho: “Não me importo que ela não me olhe / Não diga nada e nem saiba que eu existo, quem eu sou”. Essa postura revela um contentamento simples, onde a felicidade está apenas em vê-la passar, sem necessidade de contato direto.
O refrão repetido, “Oba, lá vem ela / Estou de olho nela”, reforça o fascínio e o encantamento do narrador. Versos como “A noite é linda e ela mais ainda / Todinha de rosa / Mais linda, mais meiga / Que uma rosa” evidenciam a idealização da mulher, associando-a à delicadeza das flores. O perfume descrito como “de uma flor que eu não sei o nome” acrescenta um toque de mistério e sugere uma admiração platônica. Lançada em 1970, a música também ganhou destaque ao integrar a trilha da Seleção Brasileira, o que contribuiu para seu clima de otimismo e celebração, mesmo com a nuance de solidão e contemplação. A mistura de samba, jazz e rock na melodia reforça essa combinação de sentimentos, tornando a canção inovadora e emocionalmente acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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