
A Terra do Filho do Homem
Jorge Ben Jor
Tradição cristã e linguagem popular em “A Terra do Filho do Homem”
Em “A Terra do Filho do Homem”, Jorge Ben Jor transforma a narrativa bíblica do nascimento de Jesus em uma celebração musical acessível e envolvente. A repetição de “Jerusalém, Jerusalém, a terra do Homem, a terra do Filho, do Filho do Homem” reforça tanto a importância simbólica da cidade quanto seu papel central na história cristã. O artista opta por uma linguagem simples e direta, aproximando o ouvinte da história sagrada sem recorrer a formalismos, o que torna a mensagem mais próxima do cotidiano brasileiro.
A letra segue a ordem dos acontecimentos bíblicos, começando pela anunciação do anjo Gabriel a Maria, passando pela dúvida inicial de José e chegando à visita dos Três Reis Magos. O trecho “José no princípio se grilou / Mas meditando e dormindo ele sonhou / Com uma voz amiga que lhe dizia / Não tenha medo em receber Maria” ilustra de forma clara e coloquial o conflito interno de José, humanizando-o e tornando-o mais próximo do público. O uso de expressões como “se grilou” mostra a intenção de Jorge Ben Jor de adaptar a narrativa religiosa ao universo brasileiro, sem perder o respeito pelo conteúdo original. Elementos como a estrela guia e os presentes dos magos também ganham destaque, refletindo o interesse do artista por temas místicos e religiosos. Assim, a canção une tradição cristã e linguagem popular, celebrando a história de Jesus com leveza e reverência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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