
Coplas Del Payador Perseguido
Jorge Cafrune
Resistência e identidade em "Coplas Del Payador Perseguido"
"Coplas Del Payador Perseguido", interpretada por Jorge Cafrune, retrata a luta do cantor popular contra a opressão e a injustiça social, usando o payador como símbolo de resistência diante do poder. O verso “La rebelión es mi ciencia” mostra que a rebeldia é uma necessidade para quem vive à margem, especialmente no contexto rural argentino. A letra traz imagens do campo, como “anido en árbol de espina” e “igual que el trébol campero, crezco sin hacer barullo”, que reforçam a ideia de resiliência e autenticidade diante das dificuldades.
O contexto histórico é fundamental: Atahualpa Yupanqui, autor da canção, e Jorge Cafrune, intérprete, foram perseguidos pela ditadura militar argentina, o que dá ainda mais peso à mensagem da música. A crítica social aparece em versos como “el trabajo es cosa buena, es lo mejor de la vida, pero la vida es perdida trabajando en campo ajeno”, denunciando a exploração dos trabalhadores rurais. Ao mesmo tempo, a música valoriza a honestidade e a simplicidade do homem do campo, rejeitando a submissão: “vuelo porque no me arrastro, que el arrastrarse es la ruina”. Por fim, a afirmação “han de vivir mis canciones en el alma de los demás” reforça o papel do payador como porta-voz dos oprimidos e guardião da memória coletiva, mostrando que a voz do povo resiste mesmo diante da repressão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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