
Oxóssi/ Massa Falida/ Iemanjá
Jorge Claudius
Espiritualidade e crítica social em “Oxóssi/ Massa Falida/ Iemanjá”
A música “Oxóssi/ Massa Falida/ Iemanjá”, de Jorge Claudius, une referências do candomblé a uma crítica social, usando a expressão “massa falida” para sugerir a decadência de valores e a necessidade de renovação. No trecho “Você pensa que é dona da vida / No entanto é massa falida / Dos velhos tempos de paz”, o artista questiona a arrogância e destaca a perda de essência, relacionando essas questões à transformação social e à busca por um novo sentido espiritual.
A letra também valoriza a força das divindades afro-brasileiras, como Oxóssi e Iemanjá, e a importância dos rituais. Versos como “vi os caboclos dançando na areia” e “pra Seu Oxóssi enfeitar o seu gongá” ressaltam a presença do sagrado e a conexão com a ancestralidade. A menção à oferenda de uma concha a Iemanjá, “Eu lhe dei uma conchinha / A senhora me deu o seu colar”, simboliza a troca espiritual e o acolhimento, mostrando como a relação com a natureza e o respeito às tradições podem ser caminhos para enfrentar desafios e buscar equilíbrio. Assim, Jorge Claudius constrói uma ponte entre o mundo material e o espiritual, destacando a importância da ancestralidade e da espiritualidade na vida cotidiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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