
Vida Viola
Jorge de Altinho
A relação entre artista e instrumento em “Vida Viola”
Em “Vida Viola”, Jorge de Altinho transforma a viola em uma verdadeira companheira, quase como uma personagem viva que compartilha sentimentos e experiências com o cantor. A música vai além de uma simples homenagem ao instrumento: nos versos “Viola, parceira viola, namora e me chora / Com trovas de amor!”, a viola é retratada como confidente e parceira, capaz de expressar as emoções do artista e de oferecer consolo diante das dificuldades da vida. Essa relação íntima reforça o papel da viola não só como instrumento musical, mas como fonte de apoio emocional.
O contexto do forró tradicional, tão presente na trajetória de Jorge de Altinho, aparece na atmosfera nostálgica e acolhedora da canção. A letra revela o desejo de atravessar “este mundo de ilusão” com a companhia da viola, sugerindo que a música serve como refúgio diante das desilusões do cotidiano. O trecho “E quando a vida me desola / Quem consola é o repique da viola” destaca como a tradição musical nordestina oferece conforto e sentido, mesmo nos momentos de solidão. Ao unir elementos tradicionais e contemporâneos no arranjo, “Vida Viola” celebra a relação entre artista, instrumento e cultura popular, valorizando a simplicidade e a profundidade emocional do forró.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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