
Rio Una
Jorge de Altinho
O rio como símbolo de afeto em "Rio Una" de Jorge de Altinho
Em "Rio Una", Jorge de Altinho transforma o rio em um verdadeiro personagem, atribuindo-lhe emoções e vontades ao longo de seu percurso. O artista descreve o Una como alguém que "sorri de alegria" em São Bento do Una e "entristece e bota pra chorar" ao se despedir de Barreiros, aproximando o curso d’água da experiência humana. Essa escolha reforça a ligação afetiva entre o rio, as cidades e as pessoas que vivem em suas margens.
A letra é uma homenagem direta ao rio Una e às cidades pernambucanas por onde ele passa, como Capoeiras, Cachoeirinha, Altinho, Palmares e Água Preta. Essas referências não são apenas geográficas, mas também carregam significados de pertencimento e memória, já que Jorge de Altinho tem raízes na região. Imagens como "quatro vaquinhas bebendo do seu produto" e "as águas batendo nas pedras, até parece uma canção" mostram a importância do rio para a economia local e para a beleza do cotidiano. O respeito ao "padre Francisco" em Água Preta destaca a influência da religiosidade e dos costumes regionais. Assim, a música celebra não só a natureza, mas também a cultura e a história das cidades banhadas pelo Una.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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