
Sofisma do Campo
Jorge Guedes e Família
A Dualidade do Campo: Beleza e Sofrimento em 'Sofisma do Campo'
A música 'Sofisma do Campo' de Jorge Guedes e Família é uma reflexão poética sobre a vida no campo, abordando tanto a beleza quanto as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores rurais. A letra começa exaltando a natureza e os elementos que compõem o cenário rural, como o 'trigal de ouro', o 'dossel de prata' e o 'rancho florido'. Esses versos iniciais pintam um quadro idílico e encantador da vida no campo, destacando a conexão profunda entre o homem e a natureza.
No entanto, a música rapidamente muda de tom ao introduzir o conceito de 'sofisma do campo', revelando a ilusão por trás dessa imagem idealizada. A letra denuncia a disparidade entre a abundância aparente e a realidade dos trabalhadores rurais, que muitas vezes enfrentam a fome e a miséria. A 'mesa farta' contrasta com o 'peão sem pão', e a 'feudal fartura' é contraposta à 'dor no rancho'. Esses versos expõem a injustiça social e a exploração que persistem no campo, mesmo em meio à riqueza natural.
A estrofe final da música utiliza um acróstico com a palavra 'GAUCHO' para enfatizar diferentes aspectos da vida rural, como 'ganância', 'utopia', 'hipoteca' e 'opressão'. O chamado 'Acorda gaúcho' é um apelo à conscientização e à ação, incentivando os trabalhadores a não se conformarem com a opressão e a lutarem por melhores condições de vida. A música, portanto, é uma poderosa crítica social que utiliza a beleza da poesia para revelar as contradições e injustiças do campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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