
Passeio dos Prodígios
Jorge Palma
Reflexão sobre incertezas e resistência em “Passeio dos Prodígios”
Em “Passeio dos Prodígios”, Jorge Palma explora sentimentos de inadequação e incerteza diante das pressões do mundo moderno. A expressão “carimbos falsos nas credenciais” sugere que muitos tentam se encaixar em padrões impostos, mesmo sem se sentirem verdadeiramente pertencentes. Essa metáfora reforça a crítica ao contexto contemporâneo, alinhando-se ao tom reflexivo do álbum “Norte”.
A música aborda a luta interna e a busca por sentido, como nos versos “Repreendo os meus fantasmas / Ao virar de cada esquina / Por espantarem a inocência”, que mostram o enfrentamento constante dos próprios medos e a perda gradual da inocência. O desejo de “enganar o tempo” e “trocar as voltas aos deuses” revela a vontade de desafiar o destino e superar a sensação de impotência diante do imprevisível. Imagens como “vejo o fundo da garrafa” e “acendo mais outro cigarro” ilustram tentativas de aliviar a dor e lidar com frustrações. A pergunta “Para quê fazer projectos / Quando sai tudo ao contrário?” reforça a incerteza sobre o futuro. Assim, a canção se destaca como um retrato melancólico da sobrevivência, da aceitação das derrotas e da esperança de, por acaso, conseguir mudar o rumo da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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