
Frágil
Jorge Palma
Solidão e vulnerabilidade em "Frágil" de Jorge Palma
"Frágil", de Jorge Palma, aborda de maneira direta o sentimento de solidão mesmo quando se está cercado de pessoas. O verso “Dou-me com toda a gente / E não me dou a ninguém” revela a contradição de conviver socialmente sem conseguir criar laços verdadeiros, aprofundando o isolamento do narrador. O pedido “Põe-me o braço no ombro / Eu preciso de alguém” destaca a necessidade de acolhimento e apoio, evidenciando a vulnerabilidade central da canção.
A repetição da palavra “frágil” reforça o estado emocional delicado do eu lírico, que se sente incapaz de lidar com as próprias emoções e com o mundo ao redor. Trechos como “Está a saber-me mal / Este whisky de malte” e “Adorava estar in / Mas estou-me a sentir out” ilustram o desconforto e a sensação de não pertencimento, mesmo em situações socialmente valorizadas. O pedido final, “Acompanha-me a casa / Já não aguento mais / Deposita na cama / Os meus restos mortais”, expressa exaustão e entrega diante da própria fragilidade. Lançada em 1989, a música se tornou um marco na carreira de Jorge Palma, sendo reconhecida como um retrato honesto da vulnerabilidade humana, um tema que segue atual e tocando diferentes gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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